Que caminhos estes que os não acho?!
Busco respostas que palavras desconhecem
Os trilhos são perdidos
Os sinais - se é que o são -
Estão confusos, fortes... assustadores!
Fujo das respostas tanto quanto as quero
Perco-me no que sinto ou julgo sentir
E regresso ao circulo de sempre...
Fechado, decadente...
Em redor sinto pontes invisíveis
Uma travessia obrigatória!
Mas como cruzar o rio sem lhe saber o fundo?
Sem lhe adivinhar a margem?
Desvio-me e tudo são mistérios...
Pedras imponentes que aquecem o espírito,
Confundem o corpo... distorcem a mente!
Sonhos que são, mesmo antes de ser
Horas que se repetem sem repostas
Uma areia que reconforta o espírito
Ou seja o que for mas que existe!
Existe... forte, persistente, poderoso...
Sinto... não compreendo!
Pudera eu não sentir e tudo eram rosas.
