É esta desilusão constante,
Esta permanente sensação de queda,
Falha, fracasso…
Fico exausta… esgotada, frágil!
Cada olhar desviado me soa a rejeição,
Em cada nova rota que traço,
Um caminho tortuoso de destino perdição…
Chega! Basta!
Sempre soube: porque e como tem que ser.
Mas quando a razão não entende,
Vezes e vezes sem fim,
Batalhas infinitas,
O motivo perde-se no esforço da luta.
E o gosto da vitoria, tão distante já,
É uma memória ténue, quase apagada…
Quero a inércia de não ser,
Os olhos vidrados de não ver,
O gosto fraco de não sentir,
O peito gelado de morrer…
Quem me dera a coragem de renascer.
Poder ao mundo tornar virgem de ideias
Sem o paladar da derrota,
A fúria do cansaço ou a fragilidade do ser.
Apenas sonhos e forte na ânsia de viver…
Mas a ilusão foge e torno à nova exaustão…
Anos passarão nesta que é a rotina,
O destino fatídico de quem nasce,
Luta, perde, morre e renasce…
Até um dia…
Esta permanente sensação de queda,
Falha, fracasso…
Fico exausta… esgotada, frágil!
Cada olhar desviado me soa a rejeição,
Em cada nova rota que traço,
Um caminho tortuoso de destino perdição…
Chega! Basta!
Sempre soube: porque e como tem que ser.
Mas quando a razão não entende,
Vezes e vezes sem fim,
Batalhas infinitas,
O motivo perde-se no esforço da luta.
E o gosto da vitoria, tão distante já,
É uma memória ténue, quase apagada…
Quero a inércia de não ser,
Os olhos vidrados de não ver,
O gosto fraco de não sentir,
O peito gelado de morrer…
Quem me dera a coragem de renascer.
Poder ao mundo tornar virgem de ideias
Sem o paladar da derrota,
A fúria do cansaço ou a fragilidade do ser.
Apenas sonhos e forte na ânsia de viver…
Mas a ilusão foge e torno à nova exaustão…
Anos passarão nesta que é a rotina,
O destino fatídico de quem nasce,
Luta, perde, morre e renasce…
Até um dia…
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