
Quero escrever um poema de Natal.
Tem que ter uma árvore enorme,
Colorida e com muitas luzes!
Um presépio original, mas sem menino Jesus
Que só nasce à meia-noite.
Tem que ter o cheirinho da canja de galinha
Mas com as galinhas do quintal da avó!
O tradicional bacalhau e o frete das couves.
Tem que ter a confusão dos pratos e copos
E de ninguém saber o seu lugar na mesa.
Tem que ter o gosto das filhoses,
Bem quentinhas e com muito açúcar!
Tem que ter o barulho das crianças e dos adultos.
E um relógio que teima em não dar a meia-noite.
Tem que ter aquele frio gostoso na barriga
E olhos brilhantes ao abrir os presentes.
Tem que ter abraços e beijos por todo o lado!
É Natal!
Fica a saudade…
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