Às vezes queria fugir para as estrelas!
Ir num suspiro até a ponta mais longe do arco-íris.
Ser pena levada pelo vento,
Avestruz cabisbaixa, larva em caverna profunda,
Carne apodrecida, alma morta sem memoria!
Às vezes queria ser fantasma... Buraco negro!
Trovão revoltado, chuva passageira.
Fugia para a floresta mais encantada,
Dançava com o gnomo mais mágico
Levada nas asas da mais linda borboleta...
Às vezes queria não ser...
Só e apenas... não ser mesmo!
Ser simples...
Ser energia que flui sem ritmo imposto
Só em mim.
Só quando... se quisesse.
Eh Eh por vezes também queria ir para essa floresta e dançar com uma gnoma toda jeitosa, ou então não ser e ficar por aqui numa realidade mais sortuda...
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