
Não é fácil, bem o sei...
Quando na consciência do gume afiado da vida
A linha que traçamos deve permanecer recta
Quando o gelo pesa mais que a alma
E sentimos a gravidade trocar-nos as voltas.
Vontade é reinventar as letras
Sair para o dia de sempre
Como se fosse tudo novo
É ser o estranho, o desterrado
E SER a valer, sem querer saber.
Não é fácil, bem o sei...
Quando a carne se sabe efémera
E a alma se sente eterna neste limbo
Não é fácil desnutrir o peito do ar da vida,
Antes que a sede do fogo nos derrube...
Não é fácil...
Mas, que sei eu afinal?
Se é de coragem que falamos,
É aos audazes que pertence escrever o destino...
adorooo
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